Um poema do eterno Zeto

CERTO DIA ENCONTREI-ME COM UM AMIGO
QUE DEIXOU-ME CONTAR MINHAS TRISTEZAS
VENDO NELE TERNURA E SUTILEZAS
NOS ABRAÇOS QUE DELE FIZ ABRIGO

MESMO HOJE DEPOIS DE TANTOS ANOS
NOSSO AMOR CONTINUA ASSIM PERENE
EU QUERENDO QUE ELE ME ENVENENE
E ELE SENDO O VENENO DOS MEUS PLANOS

AMIZADE IGUAL NUNCA ENCONTREI
POIS ÀS VEZES QUE EU O PROCUREI
ESTENDEU O SEU BRAÇO EM MINHA MÃO

O AMIGO QUE FALO NÃO É GENTE
É DIVINO E PRA MIM FOI UM PRESENTE
QUE O TEMPO ME DEU, MEU VIOLÃO

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