Do poeta Manoel Xudú

Numa das cantorias de Xudú, chegaram Zé de Cazuza, o famoso Lourival Batista e Heleno Rafael. Ele, emocionado com tão ilustres presenças, assim rompeu seu primeiro repente:

Cantar pra Zé de Cazuza
pra Lourival, pra Heleno
é mesmo que matar cobra
com um cacete pequeno
pisar na ponta do rabo
sem se lembrar do veneno.

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1 comentário

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Uma resposta para “Do poeta Manoel Xudú

  1. Esse Xudú na poesia/
    Faz coisa de admirar/
    Faz barata dar o brilho/
    Sem nunca verniz passaar/
    Faz galinha comer milho/
    Beber água e não mijar./
    ***********************
    //Anizio

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