Arquivo do mês: março 2008

Outro show da moféia!

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4 shows da Bixiga Lixa!

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Fim de Feira com a gota serena!

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Essa banda arretada de boa vai tá toda quarta-feira na Toca do Joana. Veja:

PROJETO FORRÓ DOS COMPADRES

Todas as quartas, a partir de 9 de abril as 21h na TOCA DA JOANA!!!!!!!

As melhores e mais jovens bandas de Forró Pé-de-Serra da atualidade juntas no mesmo palco toda semana!!!

FIM DE FEIRA
MARIPUERA
SANFONÉIA
TERRITÓRIO NORDESTINO

A Toca da Joana fica à Rua Conselheiro Nabuco, 21,
Casa Amarela.Informações: 3077 0773 / 9952 9795.

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Voltei!

O blog está de volta. Olha o Sertão como está? sinal de fartura, benzo deus!

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Recesso Pascal

De amanhã até Segunda que vem, a possibilidade de ter alguma coisa nova nesse blog é quase zero. O motivo é que esse blog vai estar em pleno Sertão acompanhando as atividades da semana-santa e em busca de coisas novas. Novidades só na semana que vem, se Deus quiser, e uma ótima semana-santa a todos.

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Opiniões

     Sobre as duas matérias mais recentes, abaixo, expresso a minha concordância com o texto de Anselmo Alves. Eu era quem gostaria de ter escrito o que ele escreveu. Tá mais que na hora, de agente {re}começar a valorizar as coisas boas, fazer coisas de qualidade para não dar margem para que as coisas ruins tomem à frente. Os “forrós” eletrônicos são, em minha opinião, de péssima qualidade hoje em dia. Já foram até aceitavéis e ouvíveis nos primeiros anos de Mastruz com Leite, por exemplo. Ainda se ouviam algumas composições que nos remetiam à temas e cenários comuns ao povo Nordestino. Nesse tempo, até Maciel Melo era contratado pelo grupo que gerenciava a banda, para compor músicas. Hoje o que se escuta é pura PUTARIA com composições que poderiam ser feitas por qualquer um…aliás qualquer um não, por compositores de péssima qualidade. É uma praga da porra mesmo. É como dizem o dizido popular: Gonzaga deve estar se remexendo na cova, com raiva do que fizeram com o seu forró. Aliás, com o forró de todos nós.

Por outro lado, tá engatilhado a filmagem sobre Humberto Teixeira. Tomara que a coisa ganhe uma proporção  bem maior e o mundo passe a {re}conhecer e dar valor àqueles que estão ligados a origem do nosso forró autêntico, AQUELE QUE PODE SER FEITO SIM, COM BATERIA, GITARRAS E BAIXO, MAS MANTENDO COMO LINHA MESTRA A SUA ESSÊNCIA.

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Lírio Ferreira filma legado de Humberto Teixeira


Publicado em 18.03.2008 pelo Jornal do Comércio

Autor de dois longas-metragens vistos recentemente nos cinemas, Lírio Ferreira (Cartola: música para os olhos – parceria com Hilton Lacerda –, Árido movie) voltou ao Recife para restabelecer seus contatos enquanto se prepara para iniciar a carreira de mais um documentário que dirigiu, O homem que engarrafava nuvens, cinebiografia de Humberto Teixeira, parceiro de Luiz Gonzaga.O filme sobre Teixeira foi uma encomenda da filha do compositor, a atriz Denise Dumont, que há seis anos mergulhou na obra do pai com o objetivo de tornar o acervo dele conhecido e preservado. A primeira parte do projeto da produtora foi a realização de um show no Teatro Rival (RJ), em 2002, com participação de Maria Bethânia, Caetano Veloso, Chico Buarque, Gilberto Gil, Gal Costa, Sivuca, Lenine, Fagner, Zeca Pagodinho, Elba Ramalho, Sivuca, Rita Ribeiro, Carmélia Alves e o grupo Cordel do Fogo Encantado, e que resultou no CD e songbook O doutor do baião (Biscoito Fino).

A partir do fim de 2006, começaram as filmagens do documentário, que foi gravado em Fortaleza, no sertão do Cariri, em Exu (PE), no Rio de Janeiro e em Nova Iorque. A exemplo de Cartola, O homem que engarrafava nuvens deve transceder os limites do personagem e contar mais de meio século da história do Brasil.

Lírio explica que a obra foi concebida para atingir a três objetivos: apresentar ao público a figura de Humberto Teixeira, artista ofuscado pela sombra de Gonzagão, dar ao baião – ritmo que influenciou até Bob Marley e The Beatles – a verdadeira importância que tem para a MPB, além de registrar a reaproximação de Denise com a obra do pai.

O título remete a um depoimento de Teixeira durante entrevista ao pesquisador Nirez. Para ilustrar como era sua vida com a filha Denise, quando morava em uma casa em São Conrado, no Rio de Janeiro, o compositor disse: “A gente passava o dia engarrafando nuvens”.

Para o diretor, a fase mais delicada foi a de montagem do filme. “Foi muito extenuante achar um caminho”, conta. O filme, que tem direção de fotografia de Walter Carvalho, estréia nos cinema no próximo semestre.

Cumprida sua missão com o documentário, Lírio afirma que deseja voltar para a ficção, embora às vezes acredite que não raro seus trabalhos exercem papéis invertidos. O baile perfumado (1997), longa de estréia que dirigiu com Paulo Caldas, ele vê mais como documentário, e Cartola, mais como ficção.

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