Do poeta Wellington Vicente

É pororoca de versos
Na cachoeira da mente.

(Adaptação de um mote de Josemar Rabelo)

Quando estou a meditar
Sobre pequenos problemas
Um riacho de poemas
Pede para desaguar
Na imensidão do mar
Que detém tanto Repente
E a tristeza aparente
Some por vales diversos.
É pororoca de versos
Na cachoeira da mente.

Tudo enfim se ilumina
E aquela saudade boa
Num instante sobrevoa
Minha nação nordestina.
Meu ego já se inclina,
Meu olhar fica contente
E a bênção de Zé Vicente
Livra-me dos maus e perversos.
É pororoca de versos
Na cachoeira da mente.

Autor: Wellington Vicente
Porto Velho, 02/05/2008.

Wellington Vicente é, apenazmente, filho do poeta Zé Vicente da Paraíba.  Na foto abaixo, tá Zé Vicente com Otacílio Bastista virados numa Cantoria.

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